quinta-feira, 12 de abril de 2012

Maestro José Menezes: a caminho dos 90


Publicado no Diário de Pernambuco, em Opinião.



Recife, quinta-feira, 12 de abril de 2012


Nascido em 12 de abril de 1923, em Nazaré da Mata, em Pernambuco, José Xavier de Menezes(o bom de papo...), caminha para seus gloriosos 90 anos bem vividos. Advogado, mas, a música fala bem mais alto em seu coração. É saxofonista, clarinetista, maestro, arranjador e regente (dos bons...).

Trata-se de uma figura singular no cenário musical de Pernambuco e do Brasil. Mais conhecido como homem ligado ao frevo, ele transita, também, e com mestria em vários gêneros musicais como sejam: choros, valsas, boleros, etc. Falar no carnaval de Pernambuco sem lembrar ou enaltecer os tempos áureos, onde os clubes promoviam excelentes bailes com a magistral orquestra de José Menezes é como estar ausente no tempo e na história.

Caprichoso, exigente consigo mesmo e buscando o melhor naquilo que faz, o frevo em sua trajetória tem José Menezes como um pilar para a sua sustentação. Importante frisar o esmero e preciosismo dos seus arranjos onde as nuances próprias da música florescem na sua imaginação e tornam-se um deleite para aqueles que ouvem. Para ele não basta simplesmente compor. É preciso ter estética, bom gosto e sensibilidade - qualidades estas que conferem a ele o diferencial na música que faz.


Em 1949, foi convidado pelo Maestro Nelson Ferreira para integrar a orquestra da Rádio Clube de Pernambuco, passando a regente quatro anos depois. Ele não poupa elogios e gratidão quando fala no saudoso Maestro. Nelson foi o seu ombro amigo e ele expressa com grande sentimento a sua imensa felicidade por tudo que aprendeu enquanto trabalhou ao lado dele. Oriundo de Nazaré da Mata, mas acolhido no Recife como Cidadão e filho ilustre, José Xavier de Menezes é membro fundador da Academia Pernambucana de Música, ao lado outros nomes expressivos como: Capiba, Laury Bernardes, Ademir Araújo, Edson Rodrigues, Josefina Aguiar, Lúcia Couto, Moises da Paixão, a incansável presidente Leny Amorim, entre outros.

Neste 12 de abril, ele comemora seus 89 anos e com o convívio que temos, vejo que tem muitos planos para o futuro. Irrequieto e versátil, ele não dá pausa na sua ânsia de compor além de ser, também, grande poeta. Seus inúmeros sucessos em nossos carnavais e diversos prêmios recebidos em festivais de frevo confirmam sua capacidade de criar e fazer bem feito. Estudei com ele princípios de orquestração e lembro muito bem de uma frase que ele sempre me dizia
: “Luiz, difícil é fazer fácil”.

 
Por mérito, foi o homenageado pela Prefeitura Cidade do Recife, no carnaval de 2000. Enfim, trata-se de um personagem ilustre, competente, respeitável e que ainda tem muito a contribuir para a música pernambucana. Parabéns, Menezes! Nossa cultura musical precisa muito de você...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Luiz Gonzaga, imortal !


Publicado em Opinião - Diario de Pernambuco - 09.03.2012
Texto de Leny Amorim
Presidente da Academia Pernambucana de Música

 Luiz Gonzaga – O Nordeste que deu certo – o imortal! Marca mais um tento na saga de construir o país; as demais regiões sabem disso, principalmente, o sudeste, fruto do trabalho e compromisso da brava gente nordestina.

Luiz Gonzaga – nascido em Exu-PE em 13/12/1912, filho de seu Januário: “ Luiz respeita Januário”, e dona Santanna. Teve uma infância igual a muitos outros sertanejos sem muita chance. Ainda jovem, deixou sua terra natal (aparentemente) para trás, levando-a no seu coração. Ia tentar a vida em outras plagas, sendo o Rio de Janeiro o seu maior desafio de afirmação profissional; e que, nesse ano, devolve em consagração popular, todo o seu trabalho e dedicação.

Luiz Gonzaga – Imortal! Patrono da Academia Pernambucana de música – fundada em 22 de novembro 1985, teve sua cadeira ocupada pela 1ª vez , pelo compositor Luiz Bandeira (“Voltei Recife”) seu amigo pessoal e companheiro de muitas das suas viagens; atualmente, a referida vaga está ocupada pelo compositor Luiz Guimarães; a cadeira dos “Luiz”.

Luiz Gonzaga, gigante em Olinda, o canto do galo desde a madrugada e o rei da Sapucaí, fruto da criatividade de Paulo Barros e Priscila Mota – é o rei do baião no frevo, forró e samba. No seu repertório registramos a gravação de várias marchinhas, a partir de “Quer ir mais eu – vamos (1948), sucesso garantido nos carnavais seguintes.


Apesar da sua amizade com Capiba e Nelson Ferreira (também Patronos da Academia de Música), o seu maior sucesso é a música junina e temática: Xote das Meninas, ABC do sertão, Karolina com K, Apologia ao Jumento, Lá no meu Pé de Serra, Samarica Parteira, Pagode Russo, No meu Pé de Serra, Riacho do Navio, A Triste Partida entre muitos outros sucessos de domínio popular.


No Recife, conheceu o médico Zé Dantas, que se tornou um grande parceiro e cúmplice. Luiz Gonzaga, cantou as alegrias e o sofrimento de sua gente, demonstrando sempre grande sensibilidade para os problemas sociais da região, fazendo da sua voz o grande alerta para essa consciência nacional; sempre acompanhado pela “Asa Branca” - espraiava a magia da paz por Exu e qualquer lugar onde chegasse.

Luiz Gonzaga! O Rei sempre vivo no sertão, nos pampas, nas grandes capitais, nos gemidos de milhares de sanfonas, no coração da Sapucaí, e nos demais corações brasileiros.

Parabéns! Imortal Luiz Gonzaga – o Nordeste que deu certo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012




Com votação apertada (6 votos contra 5), o Supremo Tribunal Federal deu um basta na polêmica dos poderes do Conselho Nacional de Justiça. Já era tempo do Poder Judiciário sair do seu reduto “hermético e intocável”, para tornar-se transparente para a sociedade, pois, tratava-se de uma exceção descabida e só servia para encobrir desmandos. Por que tanto temor para aceitar investigações amplas e isentas? Não se entende como coerente nem tampouco justa tamanha resistência. Afinal, quem não deve não teme...É sabido que há forte corporativismo na classe e as corregedorias locais certamente, seriam influenciadas.

Independentemente de ser um poder legitimo, não é admissível essa imunidade que no final se confunde com impunidade. Por que teríamos de aceitar essas regalias? Os que integram o Poder Judiciário possuem a prerrogativa para julgar, mas como conceber que não possam ser julgados? Seriam eles infalíveis? Claro que não! Tanto é verdade, que nos vários casos de corrupção que foram noticiados e pelo visto, há outros ainda a serem apuradas, as punições ocorreram mesmo ainda sob o amparo do corporativismo existente.

Para usufruir de tantas benesses os magistrados deveriam antes de tudo dar o bom exemplo de moralidade e equilíbrio, e não procurarem abrigo em leis ou normas facilitadoras para atos desonestos. Não queremos generalizar a existências de tais ocorrências, contudo, elas infelizmente maculam a imagem desse poder que seria o último refúgio do cidadão.

Ao findar esse privilégio espúrio o ganho é de toda a sociedade que muitas vezes, é injustiçada por um poder que deveria ter como norte a justiça. Agora, sim, vai haver o devido e necessário respeito ao povo. Enfim, o corporativismo intransponível, a falta de transparência caiu. Vivemos outros tempos, onde a sociedade esgotou sua paciência pacífica e não mais tolera essas incongruências.

Não há mais espaço para coisas da espécie e se a moralidade vem de cima para baixo, torna-se exemplo para que possamos viver confiantes cumprindo com os nossos deveres e valendo-nos dos nossos direitos que são pilares para o exercício de cidadania. Esse fato histórico constitui-se num grande avanço para abolirmos de vez com a impunidade no Brasil.

Que outros setores da sociedade onde o corporativismo ainda prevalece, a exemplo do Poder Legislativo, procurem espelhar-se nesta vitoria do povo brasileiro.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A bala que não foi perdida

Publicado em Opinião – Dário de Pernambuco
13.12.2011

Neste início de dezembro, a sociedade brasileira vivenciou um fato que há muito
esperava acontecer: a exoneração do Ministro Carlos Lupi do Ministério do
Trabalho.
Padecendo de um processo de fritura que perdurou muito mais do que o tempo ocorrido com outros integrantes do ministério da Presidente Dilma Rousseff, ele resistiu ao máximo mesmo sem o fundamental apoio do seu partido. Contudo, chegou o momento da exaustão, do desgaste político e emocional tanto para ele quanto para o Palácio do Planalto.

As denúncias foram se acumulando e ainda há uma interrogação nisso tudo. Por que o Palácio do Planalto hesitou tanto tempo para exonerá-lo? Será ele um arquivo vivo precioso e de alta relevância? Não dá para entender a demora ocorrida para esse desfecho que até o seu partido político já esperava e desejava.

Com tantas irregularidades fundamentadas e inquestionáveis, a presidente Dilma Rousseff ainda solicitou da Comissão de Ética Pública da Presidência da República mais explicações... Ora, explicar mais o que se já havia tantas evidencias para uma Comissão especifica para os
casos da espécie... Explicar o óbvio?

Essa hesitação e a cobrança de mais detalhes enfraqueceram e desmoralizaram, também, aqueles que averiguaram em profundidade
todos os questionamentos, que ao final, não restou duvidas quanto aos atos
ilícitos cometidos naquele ministério. Ao todo são sete ministros exonerados
num universo de quase quarenta e outras denúncias pairam no ar em outros
ministérios. Até quando esses casos de corrupção permanecerão nas manchetes dos
noticiários nacionais?

Qual será a solução para coibir e estancar esse câncer que avilta nossa sociedade e fragiliza os governos em suas esferas municipais, estaduais e federais? Seria o caso de serem criadas leis mais severas e darmos mais celeridade aos processos nos âmbitos policial, judicial e
também, maior rigor na fiscalização e controle dos gastros públicos?
Já vimos que CPIs não dão em nada...Por uma questão de justiça, essas sementes podres
não foram plantadas pela presidente Dilma Rousseff. Pela sua postura e firmeza,
observamos que ela não aceita tais procedimentos nem tampouco, houve tempo para
que tudo isso fosse plantado no seu governo.

Enfim, qual o caminho que deveremos trilhar para banir dos nossos dias procedimentos
inescrupulosos desses políticos e mesmo de funcionários públicos que atuam com
desonestidade? Há de ter uma saída para esse triste quadro da vida nacional...

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

INSS QUER RESSARCIMENTO DE DESPESAS

O INSS decidiu ressarcir-se dos gastos que fez e continua fazendo quando do atendimento as vitimas de transito onde, o responsável pelo acidente dirigia alcoolizado.
Em realidade, é preciso que as punições sejam rígidas para coibirmos esses excessos que além de prejuízos matérias trazem, também, aqueles irreparáveis como mortes e invalidez permanente.
Acreditamos que a cassação da carteira de habilitação por no mínimo cinco anos, além da prisão em caráter inafiançável seriam medidas que minimizariam essas ocorrências.Outra medida adicional seria modificar a legislação onde o cidadão não pode provar contra si mesmo - que é um respaldo para os infratores no caso da negativa do teste do bafômetro -. Então, quem não se submetesse aquela prova seria automaticamente imputado e responderia pelo crime já que estando alcoolizado, seria um criminoso em potencial mesmo que ainda não houvesse ocasionado nenhum acidente.
As estatísticas demonstram que o Brasil desponta no cenário mundial com elevadíssimos índices de mortes no trânsito superando a muitas guerras ocorridas. As motos contribuem para que esses números estejam tão elevados, mesmo que o condutor não esteja alcoolizado. Assim, o problema não está somente afeito à bebida faltando, também, uma fiscalização rigorosa.
Se tais ocorrências são consideradas crime contra a previdência social ou o patrimônio público, há de se perguntar: qual seria então a sua função senão prestar assistência aos seus segurados independentemente da origem ou causa da necessidade?
Por extensão as seguradoras também poderão cobrar dos infratores ressarcimento dos prejuízos materiais e pelos valores pagos por invalidez ou morte? O caso é idêntico ao do INSS, já que o cidadão paga a previdência e a seguradora para ser atendido sem considerar-se o fator que gerou as despesas.
Por analogia, o cidadão brasileiro terá o direito cobrar do governo cobertura dos prejuízos contra sua saúde, pela falta de medicamentos no sistema SUS, pelo péssimo atendimento oferecido e pela ausência de UTI’s, tudo isso do conhecimento de todos noticiado frequentemente? Afinal, essas omissões têm ocasionado mortes que são perdas irreparáveis e está previsto constitucionalmente que o estado tem o dever de prestar assistência ao cidadão...
E os graves acidentes que ocorrem nas estradas esburacadas e pessimamente sinalizadas? Será que o INSS vai pedir ao Ministério dos Transportes ressarcimento das despesas feitas com os acidentados?Enfim, entendemos como ineficaz a iniciativa considerando que a maioria da população não terá condição financeira para arcar com tais exigências. Teremos, sim, mais um fator de acúmulo de processos no judiciário sem o retorno desejado pelo INSS.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MAESTRO JOSÉ GOMES: Um homem em sol maior

Publicado em Opinião do Diário de Pernambuco – 03.10.2011

José Gomes dos Santos Sobrinho, natural de Bonito-PE, nasceu no dia 13 de abril de 1941. Iniciou sua vida profissional em Caruaru, onde aos 13 anos já trabalhava na Rádio Difusora de Caruaru. Atuou na Rádio e TV Jornal do Commércio nas funções de acordeonista, pianista e orquestrador, e ainda, na TV Universitária nas funções de pianista, produtor e apresentador. Foi Copista de Música da Orquestra Sinfônica do Recife, no período de 1964 e 1971.

Portador de um talento invejável enveredou nas noites recifenses ao lado de outros grandes nomes da música como: Expedito Baracho, Claudionor Germano, Maestros (Clóvis Pereira, Duda, Edson Rodrigues, Caruaru, Dimas Sedícias, Fernando Borges), Ely Arcoverde, Heraldo do Monte, Doris Sandra, Walter Moura, Luiza de Paula, e Francisco Barbosa. Acredito ter sido essa a sua maior escola pela vivência adquirida. Atuou no Conservatório Pernambucana de Música instituição impar no ensino musical de Pernambuco e seguiu sua carreira, também como professor.

Acompanhou renomados artistas da música nacional e internacional como Eliana Pittman, Cauby Peixoto, Geraldo Azevedo, Eduardo Conde, Raul de Souza e Phil Wilson, entre outros. Arranjador vocal e instrumental, maestro, regente e compositor, integra a Academia Pernambucana de Música ocupando a cadeira cujo Patrono é o renomado Maestro Vicente Fittipaldi, um dos fundadores da Orquestra Sinfônica do Recife. Foi regente dos corais do Conservatório, Nossa Música, Funeso, São Pedro Mártir de Olinda, Mokiti Okada da Igreja Messiânica e Madrigal Ars Cantorum.

Possui mais de uma centena de arranjos para corais e como destaque Poema da Criação, tema que encerra anualmente o encontro de corais em Belo Horizonte, sendo executado em vários estados e outros países. Tive o privilégio de ser seu aluno e presencio bem de perto ainda hoje, sua afinidade com a música. Aprendi com ele os caminhos da harmonia moderna e sinto-me realizado por tudo que aprendi.

No dia 29 de agosto foi a atração do Vitrine, excelente iniciativa do Diario de Pernambuco que promove nossos valores musicais e confirmou diante de uma plateia extasiada sua competência e desempenho. E neste 3 de outubro, será homenageado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco por iniciativa do deputado Diogo Moraes.

Essas justas e merecidas homenagens refletem o reconhecimento do seu valor como pianista, compositor e professor que orgulha o povo pernambucano. Enfim, é o mestre que formou escola e nos deixa excelentes discípulos.

sábado, 27 de agosto de 2011

FLANELINHAS E OUTROS INCONVENIENTES



No dia 24 e 25 de agosto, o Diario de Pernambuco veiculou matéria abordando a prisão de um flanelinha por ter extorquido um cidadão no Bairro do Recife. Contudo, essa prática ocorre em todas as artérias da cidade. Se a polícia quiser não terá dificuldade para flagrar esses atos criminosos. Trata-se de uma prática ostensiva e ilegal onde nenhum condutor de veículo está imune. A polícia presencia esse absurdo, mas, enquanto não houver um ato de violência e que venha mesmo a causar alguma morte, nada faz para coibir esse ilícito.

Quem ainda não passou no mínimo por um constrangimento diante desses “donos da rua” que arbitram o valor a ser pago como se fossem proprietários do espaço pelo qual pagamos impostos, chegando a 1000% a depender do porte do veículo e mesmo da ocasião?

Essa prática não fica a dever ao crime organizado que domina o país de norte a sul. E onde está o poder público para defender o cidadão de bem? Independente do ato extorsivo e criminoso, qual o orçamento familiar que aguenta em cada esquina uma cobrança indevida, descabida e arbitrária por um “serviço” que não pedimos nem autorizamos? Mesmo sendo ilegal, há alguns anos, a prefeitura cadastrou vários deles no Bairro do Recife, legitimando-os para cobrar “mais um imposto” que não deságua nos cofres da municipalidade nem tampouco sofrem cobranças de taxas ou algo assemelhado.

Ora, se querem que isso seja um “trabalho” oficializado que tal cobrar INSS, ISS, e quem sabe até Imposto de Renda, pois, organizados como são podem estar auferindo grandes lucros, e ainda, que possamos abater nos nossos exorbitantes impostos cobrados... Por outro lado, por que prender um único flanelinha quando a prática de extorsão é crime e ocorre abertamente nos quatro cantos da cidade? Será que ele é o único criminoso do pedaço?

Achando pouco, a delegada Silvana Léllys anuncia a realização de mais um cadastro, pois, já existe um para aquele bairro. Assim, estaremos legitimando mais uma vez aquilo que é ilegítimo e ilegal... O que mais poderemos esperar do estado? Qual a autoridade que um flanelinha tem para guardar um automóvel? Se um marginal quiser roubar ou danificar o veículo que atitude ele poderá adotar sem portar uma arma e sem treinamento algum?

Outra praga que nos assola são os “vigilantes das ruas” que sem nenhuma qualificação ou prerrogativa se arvoram de donos das ruas para extorquir da mesma maneira os cidadãos de bem, faço questão de repetir – de bem. Nesses casos, não pedimos nenhum “serviço” e eles assumem o lugar da policia...

É possível que futuramente venham questionar seus “direitos trabalhistas” e continuaremos eternamente reféns e vitimas de um estado totalmente falido, onde a policia não assume o seu papel de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos deixando nossa Carta Magna como um simples papel ultrapassado tal qual um entulho de estante...