domingo, 2 de junho de 2019
Nosso lar: um laboratório de evolução
domingo, 10 de março de 2019
A doutrina consoladora
Publicado no Jornal do
Commercio
Caminhos da Fé 10.03.2019
A doutrina consoladora
Após o início do Iluminismo no Século XVII, consolidado no Século XVIII, a humanidade protagonizou um novo ciclo histórico e relevante. Cumpriu-se a promessa do Messias, segundo João 16:13: “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”, a Doutrina dos Espíritos oportunizou o desvendamento dos fenômenos outrora considerados sobrenaturais.
No “Século das Luzes”, figuras exponenciais das ciências, artes e letras emolduraram os acontecimentos da época com estudos profundos vinculando os conhecimentos à razão, afastando as superstições e a fé cega dando lugar ao raciocínio lógico. Dentre elas, podemos citar: John Locke (considerado o pai do Iluminismo), Denis Diderot, Voltaire, Jean-Jacques Rousseau e Charles-Louis de Secondat (Montesquieu).
Com a evolução dos conhecimentos científicos - um dos seus pilares de sustentação -, a Doutrina dos Espíritos ficou a cargo do Missionário Allan Kardec, enviado do Alto para sua devida codificação. Trabalho árduo, disciplinado, perseverante e revestido de uma responsabilidade homérica, Allan Kardec empreendeu o estudo da fenomenologia espírita enfrentando grandes obstáculos daqueles que rejeitavam tais evidências, arraigados que estavam ao preconceito e ignorância.
As revelações até hoje irrefutáveis à luz da ciência e da razão trouxeram para a humanidade um novo horizonte de esperança, embasado nas Bem-Aventuranças anunciadas por Jesus, dando-nos a certeza da imortalidade da alma e da reencarnação, através dos inúmeros estudos realizados pelos psiquiatras Brian Weiss, Ian Stevenson, entre outros.
Os fenômenos de Hydesville a partir de 1848, além dos estudos da pneumatografia, materialização e psicometria, este último tão bem narrados por Ernesto Bozzano no livro Enigmas da Psicometria, deixam evidente a veracidade das pesquisas empreendidas. Nesse contexto vale ressaltar uma das célebres frases de Allan Kardec, que corrobora a necessidade de termos sempre presente o bom senso: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”
Temos ainda inúmeros respeitáveis nomes da literatura espírita, como: Léon Denis, Gabriel Delane, Camille Flamarion, Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, luminares que integram a constelação de divulgadores da Doutrina dos Espíritos que nos revela, consola e redime.
Consoidada, também pelo Evangelho de Jesus, remete-nos ao campo da religião tendo, ainda como sustentação os preceitos filosóficos dos Seus ensinamentos no âmbito da moral em condições irrevogáveis de se fazer presente em qualquer crença do bem. (A certeza da vida além-túmulo é o alento para a vida presente).
Luiz Guimarães Gomes de Sá
Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus
www.cepj.org.br
domingo, 27 de janeiro de 2019
O remédio e a dieta

terça-feira, 15 de janeiro de 2019
Ano novo e renovação

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

no Site Eusemfronteiras
Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.
domingo, 28 de outubro de 2018
Benevolência, indulgência e Perdão
Publicado no Jornal do Commercio
Caminhos da Fé 28.10.2018
Qual o sentido da palavra caridade conforme a entendia Jesus? Allan Kardec propõe, no item 886 de O livro dos Espíritos, uma das mais importantes reflexões de toda a Doutrina Espírita. (...) Mostrando mais uma vez, claramente, a raiz cristã do Espiritismo, busca em Jesus – o tipo mais perfeito que Deus deu ao homem para lhe servir de guia e modelo – a referência maior da caridade, para que possamos tê-la como base segura e definitiva.
(...) A resposta dos Espíritos, clara e didática, terá consequências em todas as demais obras da Codificação: Benevolência para com todos; indulgência com as imperfeições dos outros; perdão das ofensas.
Essa tríade corresponde ao entendimento de Jesus quanto ao sublime sentimento da caridade. Inicialmente, Ele citou a benevolência que parte do pensamento no bem e sua prática indistinta.
Com essa atitude o ser humano já se condiciona à prática da indulgência que implica na tolerância, paciência e compreensão para as faltas do próximo, considerando que todos nós somos imperfeitos e suscetíveis de erros. Já possuidora dessas duas virtudes a sensibilidade humana aproxima-se do ato mais difícil que é perdoar, já que envolve uma total renuncia dos sentimentos inferiores, a começar pelo egoísmo e o orgulho, e ao nos libertarmos, estaremos elevando-nos ao Criador, que por Jesus deu o maior exemplo ao perdoar todos àqueles que o levaram ao flagelo...
Assim o perdão tornou-se o exemplo maior da caridade onde o amor (sentimento), transformou-se na sua forma dinâmica que foi a “atitude”. Essa virtude excelsa que se sobrepõe a todo e qualquer sentimento inferior é a lição maior que Jesus nos deixou.
Ela engloba todas as demais que o homem precisa praticar seguindo Jesus que é o Caminho, Verdade e Vida. Para atingirmos esse estágio sublime falta-nos, ainda a maturidade espiritual do entendimento e da prática do Evangelho do Cristo, como a bússola que direciona o navegador, e assim atingiremos a angelitude e plena felicidade que tanto buscamos. Esse desiderato exige coragem, perseverança, fé e resignação.
O esforço é de cada um e os percalços da caminhada fazem parte do estágio que fazemos no Orbe terrestre, que serve de escola e hospital. Como escola exige provas diárias pelas quais passamos e sendo hospital, purifica nossas almas pelas expiações necessárias ao nosso progresso espiritual. As dores pelas quais padecemos são bálsamos d´alma. Correspondem ao “remédio amargo” que nos levará a cura das mazelas.
A Justiça Divina se faz presente em cada um de nós de forma a nos reconduzir ao caminho do amor, fazendo-nos resgatar os débitos pretéritos que nos fustigam o Espírito necessitado de renovação. Todos nós precisamos renascer a cada dia! No Livro Prazer de Viver, Ermance Dufuax e Wanderley de Oliveira resumem bem, quando dizem: “reencarnar é com Deus, renascer é conosco”.
Luiz Guimarães Gomes de Sá
Trabalhão no Centro Espírita Caminhando Para Jesus

