sexta-feira, 30 de julho de 2010
D E I X A
O TEMPO ESVAIR-SE NO ESPAÇO
A VIDA SOBREVIVER AO RELENTO
O VENTO SOPRAR SEM RUMO CERTO
O SOM ECOAR SOBRE O SILÊNCIO
A ESPERANÇA SER RAZÀO DO FUTURO
INCERTO, NÃO SABIDO
ESPERADO, ENCANTADO
QUE SERÁ PRESENTE...
QUE O AMANHECER SE REPITA
AGUARDANDO A NOITE DE ESTRELAS
CINTILANTES EM CORTEJO INFINITO
AO ALCANCE DOS OLHOS EM ÊXTASE...
quinta-feira, 29 de julho de 2010
NOSSO TRANSITO INFERNAL
Publicado em Opinião do Diário de Pernambuco, em 29 07 2010
Com a estabilização da economia e consequente aquecimento na venda de veículos, o trânsito no Recife tornou-se um verdadeiro caos cuja solução, não vislumbramos a curto ou médio prazo.
Acreditamos que esse problema não seja somente local, mas que esteja instalado em todo o Brasil.
O fato da expansão dos negócios na indústria automobilística não figura como único fator que gera os grandes transtornos em várias artérias da cidade.
Especificamente no Recife, não ocorreu ao mesmo tempo a criação de novas vias de acesso na proporção que pudesse absorver a enorme demanda de veículos.
Nesse contexto, houve um expressivo aumento do número de motos em circulação tanto pelo baixo custo, quanto pela facilidade de pagamento a longo prazo. Assim, esse caos é um problema multifatorial e de complexidade acentuada para seu enfrentamento e adequada solução.
Somando a t udo isso, existe uma desordem generalizada quanto a forma como as motos trafegam em nossas ruas. Além da velocidade excessiva, há um total desrespeito às leis de trânsito. Não respeitam os semáforos e circulam fazendo acrobacias, sendo um agravante importante no disciplinamento do nosso trânsito. Comprova-se tudo isso com as estatísticas de acidentes, onde as motos figuram com expressivo percentual como protagonistas de abalroamentos, em todo o país, sendo nos dias de hoje um problema de saúde pública, haja vista, os custos com atendimentos hospitalares, tratamentos de reabilitação e readaptação funcional em muitos casos.
Esse problema não é de hoje. Arrasta-se ao longo dos anos e não vemos nenhuma ação de caráter educativa nem tampouco coercitiva adotada pelas autoridades do setor, para que tivéssemos minimizado o abuso dos motoqueiros que pelo visto, não têm amor a vida, pondo em risco também, os transeuntes. Coadjuvando esse espetáculo nada agradável, aos ciclistas há de se atribuir um papel de destaque. A principio em nível de segurança, não utilizam sinalização alguma que possa ajudar aos demais condutores de veículos sua visibilidade. Compondo esse quadro, há em circulação veículos sem a mínima condição de segurança, sem faróis, pneus desgastados, entre outras falhas que obviamente comprometem a segurança no trânsito.
Como agravante, trafegam irresponsavelmente pela contramão, sendo isso uma regra geral, sem exceção. As leis vigentes preconizam essa prática onde existam ciclovias, mas eles decidiram adotar suas próprias leis e deu certo. Nada é feito para coibir essa transgressão. Temos ainda, as carroças que fazem o que querem. Essas também não têm lei que segure... Param nas esquinas e sinalização, nem pensar. Completam dessa forma o espetáculo que jamais gostaríamos de vivenciar...
Acreditamos que as ações educativas sejam fundamentais, contudo, uma fiscalização contínua e severa é imperiosa, para serem avaliados os reais frutos desse trabalho. A sociedade há muito espera alguma atitude das autoridades para que tudo isso seja minimizado e possamos trafegar com mais segurança. Se algo está sendo feito, com certeza, é de forma tímida e ineficaz, pois, já era tempo de termos algum resultado prático e efetivo, afinal, esses problemas existem há anos sem o devido enfrentamento.
Acreditamos que esse problema não seja somente local, mas que esteja instalado em todo o Brasil.
O fato da expansão dos negócios na indústria automobilística não figura como único fator que gera os grandes transtornos em várias artérias da cidade.
Especificamente no Recife, não ocorreu ao mesmo tempo a criação de novas vias de acesso na proporção que pudesse absorver a enorme demanda de veículos.
Nesse contexto, houve um expressivo aumento do número de motos em circulação tanto pelo baixo custo, quanto pela facilidade de pagamento a longo prazo. Assim, esse caos é um problema multifatorial e de complexidade acentuada para seu enfrentamento e adequada solução.
Somando a t udo isso, existe uma desordem generalizada quanto a forma como as motos trafegam em nossas ruas. Além da velocidade excessiva, há um total desrespeito às leis de trânsito. Não respeitam os semáforos e circulam fazendo acrobacias, sendo um agravante importante no disciplinamento do nosso trânsito. Comprova-se tudo isso com as estatísticas de acidentes, onde as motos figuram com expressivo percentual como protagonistas de abalroamentos, em todo o país, sendo nos dias de hoje um problema de saúde pública, haja vista, os custos com atendimentos hospitalares, tratamentos de reabilitação e readaptação funcional em muitos casos.
Esse problema não é de hoje. Arrasta-se ao longo dos anos e não vemos nenhuma ação de caráter educativa nem tampouco coercitiva adotada pelas autoridades do setor, para que tivéssemos minimizado o abuso dos motoqueiros que pelo visto, não têm amor a vida, pondo em risco também, os transeuntes. Coadjuvando esse espetáculo nada agradável, aos ciclistas há de se atribuir um papel de destaque. A principio em nível de segurança, não utilizam sinalização alguma que possa ajudar aos demais condutores de veículos sua visibilidade. Compondo esse quadro, há em circulação veículos sem a mínima condição de segurança, sem faróis, pneus desgastados, entre outras falhas que obviamente comprometem a segurança no trânsito.
Como agravante, trafegam irresponsavelmente pela contramão, sendo isso uma regra geral, sem exceção. As leis vigentes preconizam essa prática onde existam ciclovias, mas eles decidiram adotar suas próprias leis e deu certo. Nada é feito para coibir essa transgressão. Temos ainda, as carroças que fazem o que querem. Essas também não têm lei que segure... Param nas esquinas e sinalização, nem pensar. Completam dessa forma o espetáculo que jamais gostaríamos de vivenciar...
Acreditamos que as ações educativas sejam fundamentais, contudo, uma fiscalização contínua e severa é imperiosa, para serem avaliados os reais frutos desse trabalho. A sociedade há muito espera alguma atitude das autoridades para que tudo isso seja minimizado e possamos trafegar com mais segurança. Se algo está sendo feito, com certeza, é de forma tímida e ineficaz, pois, já era tempo de termos algum resultado prático e efetivo, afinal, esses problemas existem há anos sem o devido enfrentamento.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
SINTO A SUA VOZ
FALANDO BAIXINHO
NO MEU CORAÇÃO
VEM A SOLIDÃO
E SOFRO NO PEITO
ESSA GRANDE PAIXÃO...
MAS, POR QUE RAZÃO
TUDO É ASSIM...
ESSA SAUDADE CRUEL
SEM COMPAIXÃO, DE MIM...
PENSO EM PROCURAR
UM OUTRO ALGUEM
QU´EU POSSA AMAR
SEI QUE VOU SOFRER
PARA ESQUECER ESSE AMOR
QUE SE FOI...
UM NOVO AMANHECER
HÁ DE BRILHAR
NOS DIAS MEUS...
PRA VIVER OUTRA VEZ
UMA PAIXÃO.
sábado, 24 de julho de 2010
S I L Ê N C I O
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O BLOCO DO BILA

Homenagem ao cavaquinista Bila, que partiu dia 19.07.2010. Integrou varios grupos de choros, deixando uma irraparavel lacuna no cenario musical pernambucano.
LÁ VEM O BILA
SORRINDO TÃO FACEIRO,
TRAZENDO AQUELE
CAVAQUINHO COMPANHEIRO
CAVAQUINHO COMPANHEIRO
NA AVENIDA VEJO
OS BLOCOS DESFILAR,
FLABELOS, SONHOS,
FANTASIAS AO LUAR...
QUANTA SAUDADE, ELE SE FOI
TANTAS LEMBRANÇAS, RECORDAÇÕES
MAS NESSES DIAS DE CARNAVAL
O SOM DO CAVAQUINHO, VAI MESMO ECOAR...
SAUDADE, SAUDADE,
NO CORAÇÃO REPOUSA AQUELE QUE DEIXOU,
LEMBRANÇAS, LEMBRANÇAS,
FAZ REVIVER AS EMOÇÕES DO QUE RESTOU
SAUDADE, SAUDADE
A VIDA É BELA, ENCANTADA COMO UMA FLOR
CHORA CAVAQUINHO, CHORA O SEU AMOR/
Oh! BILA, SAUDADE É O QUE FICOU..../ (BIS)
domingo, 18 de julho de 2010
P A R T I D A
domingo, 20 de junho de 2010
S O N E T O
Assinar:
Postagens (Atom)






