terça-feira, 8 de agosto de 2017

Espiritismo e transformações do homem


Resultado de imagem para imagem de floresta e paz
 Publicado no Jornal do Commercio
Coluna Caminhos da Fé  21.08.2015
 
Desde que Allan Kardec lançou o Livro dos Espíritos, em 18 de abril de 1857 (há 160 anos), muitos fenômenos chamados sobrenaturais foram sendo esclarecidos através das pesquisas e estudos daquele que teve a incumbência Divina de codificar a Doutrina Espírita.

De inicio, houve aversão e desprezo por muitos que não admitiam novas concepções no campo religioso por conta das tradições e da fé cega que os impediam de aceitar novos conceitos e horizontes de conhecimento.

Com competência e lucidez, através dos seus vastos conhecimentos na área das ciências, Allan Kardec procurou analisar profundamente os fenômenos que a princípio deixavam perplexos aqueles que os presenciavam, a exemplo das mesas girantes e as pancadas nas paredes ocorridas em Hydesville, quando surgiu a Tiptologia como forma de comunicação dos encarnados com os Espíritos.

Esse trabalho foi árduo e persistente, já que se tratava de fatos que fugiam aos conhecimentos da época e que envolviam ciência, fé e religiosidade. Transpondo os desafios iniciais das pesquisas com a solidez dos seus conhecimentos, e contando com a credibilidade que possuía no meio cientifico, Allan Kardec foi passo a passo desbravando o desconhecido, até deixar patente que aqueles fatos já não mais seriam mistério e sim ocorrências naturais cujas causas ainda não faziam parte do conhecimento da época. A Doutrina Espírita tem seu primeiro embasamento nos conceitos científicos e com a comprovação da existência do espírito, revestiu-se também dos preceitos religiosos e filosóficos respeitando e seguindo o Evangelho de Jesus Cristo.

Essa revolução que nos trouxe verdades sobre o sentido da vida como a imortalidade da alma e a reencarnação transformou substancialmente a visão do homem e hoje, vivenciamos a expansão da Doutrina Espírita por ser racional e deixar-nos livres para os questionamentos necessários, recomendando responsabilidade e compromisso para aqueles a seguem trazendo, também a consolação pela lógica dos seus ensinamentos.

Nesse contexto, todos que a conhecem e põem em prática suas orientações, promovem transformações expressivas em suas condutas deixando claro, que esse conhecimento e aceitação transcendem as muralhas da ignorância, propiciando-nos vislumbrar horizontes de Luz em nossas vidas.

Esse processo de “purificação” de pensamentos e hábitos confere-nos condições alvissareiras para a convivência diária com nossos irmãos. São passos edificantes que serão traduzidos por um clima de paz. Adotando essa postura, estaremos agindo de acordo com o Evangelho do Cristo seguindo a sua Santa Palavra e o Seu Exemplo de amor. Em João 14:1-31 temos “(...) Eu sou o Caminho, Verdade e Vida”, deixando evidente que se Ele pede para que o sigamos corrobora outra Sua assertiva quando temos, ainda em João 18:36 : “(...) Meu reino não é deste mundo”, subtendendo-se, assim que o nosso também não pertence a esse mundo, pois se assim não fosse, Ele não pedira para que o seguíssemos. A resignação é o sentimento que consolida a Fé.

Luiz Guimarães Gomes de Sá

Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus

O espiritismo e transformaçoes do homem


espiritismo



Desde que Allan Kardec lançou o Livro dos Espíritos, em 18 de abril de 1857 (há 160 anos), muitos fenômenos chamados sobrenaturais foram sendo esclarecidos através das pesquisas e estudos daquele que teve a incumbência Divina de codificar a Doutrina Espírita.

De início, houve aversão e desprezo por muitos que não admitiam novas concepções no campo religioso por conta das tradições e da fé cega que os impediam de aceitar novos conceitos e horizontes de conhecimento.
Com competência e lucidez, através dos seus vastos conhecimentos na área das ciências, Allan Kardec procurou analisar profundamente os fenômenos que a princípio deixavam perplexos aqueles que os presenciavam, a exemplo das mesas girantes e as pancadas nas paredes ocorridas em Hydesville, quando surgiu a Tiptologia como forma de comunicação dos encarnados com os Espíritos.
Esse trabalho foi árduo e persistente, já que se tratava de fatos que fugiam aos conhecimentos da época e que envolviam ciência, fé e religiosidade. Transpondo os desafios iniciais das pesquisas com a solidez dos seus conhecimentos e contando com a credibilidade que possuía no meio cientifico, Allan Kardec foi passo a passo desbravando o desconhecido, até deixar patente que aqueles fatos já não mais seriam mistérios e sim ocorrências naturais cujas causas ainda não faziam parte do conhecimento da época. A Doutrina Espírita tem seu primeiro embasamento nos conceitos científicos e com a comprovação da existência do espírito, revestiu-se também dos preceitos religiosos e filosóficos respeitando e seguindo o Evangelho de Jesus Cristo.
Essa revolução que nos trouxe verdades sobre o sentido da vida como a imortalidade da alma e a reencarnação transformou substancialmente a visão do homem, e hoje vivenciamos a expansão da Doutrina Espírita por ser racional e deixar-nos livres para os questionamentos necessários, recomendando responsabilidade e compromisso para aqueles que a seguem trazendo, também a consolação pela lógica dos seus ensinamentos.
Nesse contexto, todos que a conhecem e põem em prática suas orientações, promovem transformações expressivas em suas condutas, deixando claro que esse conhecimento e aceitação transcendem as muralhas da ignorância, propiciando-nos vislumbrar horizontes de Luz em nossas vidas.
Esse processo de “purificação” de pensamentos e hábitos confere-nos condições alvissareiras para a convivência diária com os nossos irmãos. São passos edificantes que serão traduzidos por um clima de paz. Adotando essa postura, estaremos agindo de acordo com o Evangelho do Cristo seguindo a sua Santa Palavra e o Seu Exemplo de amor. Em João 14:1-31 temos: “( …) Eu sou o Caminho, Verdade e Vida”, deixando evidente que se Ele pede para que o sigamos corrobora outra Sua assertiva quando temos, ainda em João 18:36: “(…) Meu reino não é deste mundo”, subtendendo-se, assim que o nosso também não pertence a esse mundo, pois se assim não fosse, Ele não pedira para que o seguíssemos. A resignação é o sentimento que consolida a Fé.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A paz


Publicado no Jornal do Commercio
Caminhos da Fé 12.06.2017

 

A princípio o que seria a paz? Como poderemos senti-la? Entendemos que a paz é o estado de Espírito que nos conforta dando-se segurança e tranquilidade em nossas vidas. E como obtermos essa almejada paz? Como proceder? Devemos manter nossa consciência livre de questionamentos e recriminações.

Para tal precisamos burilar nossos pensamentos e atitudes, que servirão de balizamento para atingirmos esse estado mental decorrente, também do cultivo de energias positivas e edificantes através da prática do bem. Esse processo não deixa de ser um desafio que devemos enfrentar e vencer.

A perseverança é fundamental para alcançarmos esse desiderato. Acolhendo e incorporando na prática diária os ensinamentos de Jesus estaremos sedimentando esse hábito salutar em nossas vidas.

A Doutrina Espírita explica que somos influenciados pelos Espíritos em nossos pensamentos e consequentes atitudes. Em todo lugar estão aqueles que procuram nos prejudicar e os que querem nos ajudar. Nossa preferência será responsável pela colheita que faremos adiante da “semente” semeada...

Isto posto, existe a necessidade permanente da “vigilância”, que nos resguardará daquelas investidas nefastas para nossas vidas corpóreas e espirituais. No livro Qualidade na Prática Mediúnica, Projeto Manoel Philomeno de Miranda, Cap. Sintonia, item 32, temos:

“(...) Campo descuidado, vitória do matagal. Águas sem movimento, charco em triunfo”.

Essa realidade é inconteste no âmbito da vida material. E por que não existiria no mundo espiritual, considerando que o Espírito é a nossa verdadeira identidade? É importante termos a consciência de que nossas energias são direcionadas para o “infinito”, ocorrendo intensa e constante conexão com as demais que lá estão.

A percepção mais acurada do intercâmbio que temos com o mundo espiritual, além das comprovações científicas largamente difundidas, oportuniza-nos a convicção de que somos energia que se espraia no Universo com frequência vibratória compatível com o nosso grau evolutivo.

Vejamos também citação o Livro Energia e Espírito, de José Lacerda de Azevedo, pg.7:

(...) Um Espírito bem evoluído tem, necessariamente, uma frequência vibratória de alto valor, o que facilita seu avanço a grandes distâncias espaciais com pequeno acréscimo de energia...”.  O corpo físico e o Espírito formam um binômio energético que interage entre si e o meio exterior.

Luiz Guimarães Gomes de Sá
Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus.

 

 
 
 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Quem restará incólume?


A turbulência político-jurídica que assola o Brasil assemelha-se a um tsunami avassalador e de consequências imprevisíveis. Através da Construtora Odebrecht apresentamos ao mundo as mais sofisticadas artimanhas de corrupção que nos confere um cenário degradante no exterior.

Os tentáculos da improbidade dessa construtora alastraram-se pela América Latina com reflexos em outros países.  O Know-how adquirido pela aliança firmada com políticos de partidos desse jaez causaram curiosidade em vários países quanto à forma de atuação da operação Lava Jato.

Nisso tudo o povo sente-se lesado ao pagar impostos vultosos e não receber o devido retorno nas ações sociais de que tanto padecem. A operação Lava Jato tem se mostrado eficaz dentro do possível, haja vista a quantidade de delações que se acumulam a cada dia exigindo daqueles envolvidos na depuração nacional um esforço inaudito.

Esses heróis brasileiros descortinaram a fumaça que encobria tantas malversações de verbas que enriqueceram muitos corruptos em detrimento do povo, que continua sofrendo pela ausência do poder público nos setores mais carentes da sociedade.

Essa postura aética leva-nos a questionar a forma de conduzir a política nacional, sendo necessário urgentemente modificarmos as leis que regem a matéria. Por outro lado é preciso também que se mantenha uma fiscalização eficaz e punições severas para todos que transgridem os princípios da moralidade.

A varredura que ora ocorre demorou décadas para ser deflagrada. Foi preciso surgir um homem com firmes propósitos e moral ilibada para que tudo isso viesse ao conhecimento da população e das autoridades constituídas.

O Juiz Sérgio Moro não está só nessa empreitada moralizadora. Muitos outros estão com o mesmo empenho para se dar um basta nesse mar de lama que denigre o Brasil. Pelo que se vê uma esmagadora maioria do povo clama por justiça para todos que delinquiram independentemente de partidos ou posições sociais.

Como sabemos, a lei é para todos e assim deve ser não ficando de forma figurativa somente no papel. O Brasil precisa ser passado a limpo e a história será testemunha desse processo revolucionário, já que hoje vemos milionários presos, coisa nunca vista até então...

Vivemos um novo Brasil! Um Brasil onde os dizeres da nossa Bandeira precisam ser confirmados na prática: Ordem e Progresso!

Luiz Guimarães Gomes de Sá
Médico e Membro da Academia Pernambucana de Música






segunda-feira, 8 de maio de 2017

O silêncio que fala alto

Publicado no Jornal do Commercio 08.05.2017
Coluna Caminhos da Fé

Resultado de imagem para imagem de paz

Se soubéssemos como o silêncio é útil daríamos mais tempo a seu uso. O recolhimento cria um ambiente próprio para a oração e reflexão. Temos também na música a figura da pausa, onde o instrumentista não toca, bem como na fermata que é a parada do compasso musical sobre uma nota. São momentos em que o silêncio se faz presente, se impõe.

Quando estamos planejando algo que nos interessa realizar ele faz parte desse trabalho. O corpo em descanso ausenta-se do ambiente externo através do sono e mergulhamos num silêncio profundo...

Mas há um silêncio que fala alto! É aquele que ecoa ao fazermos um mergulho interior. Há uma voz que não cala, muito pelo contrário, de forma impertinente e particular se faz ouvir: é a voz da nossa consciência. É esse silêncio tão sutil que queremos enfatizar. Ele nos leva a uma análise qualitativa daquilo que fomos e sempre seremos: Espírito.

Essa luz de alerta não nos deixa, não nos abandona! Ela permanece viva e radiante bastando tão somente atentarmos para sua presença. É assim que iluminamos a nossa alma e enxergamos a maneira de ser nessa existência. Mesmo após o desencarne, ela brilha além-túmulo fazendo-nos viver uma realidade tão marcante que sempre esteve conosco de forma imperceptível...

Essa concepção é salutar e necessária para crescermos espiritualmente. Só poderemos melhorar naquilo que conhecemos, e se nos ignoramos não teremos condições de alcançar o aperfeiçoamento colimado.

A importância do silêncio está também expressa nas frases de Fernando Pessoa e Machado de Assis, respectivamente: Existe no silêncio tão profunda sabedoria que às vezes ele transforma-se na mais perfeita resposta”; “O olho do homem serve de fotografia ao invisível, como o ouvido serve de eco ao silêncio”.

Já nos sábios provérbios chineses encontramos: “A palavra é prata, o silêncio é ouro”. Assim temos no “vazio” do silêncio um celeiro repleto de informações que nos despertarão para a lucidez necessária para sermos coerentes nos passos que damos na vida...

Luiz Guimarães Gomes de Sá

Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dor e regeneração

 
 
 
 
Resultado de imagem para imagens de dor e sofrimento


Dificilmente entendemos a dor como uma oportunidade de reflexão. Em geral a dor incomoda e muito, quer seja física ou moral. Nosso discernimento não alcança que se estamos no Orbe transitando como estudantes, obviamente teremos que nos submeter às provas e experiências.

Quando buscamos os conhecimentos que os estudos nos oferecem, passamos pelos educandários até chegarmos à faculdade dos nossos sonhos. Quantos obstáculos enfrentamos nessa caminhada? E o ingente esforço que nos impulsionou para a almejada vitória? Essa glória tem o valor que nossa coragem e determinação nos deram.  

Mas será que pensamos que esse esforço e essa vitória são do Espírito e para o Espírito? Jamais será do corpo físico que se nos apresenta como mero instrumento de execução dos ditames daquele. Ele é o ser pensante e que elabora nossas atitudes. É dele que dependemos para envidarmos a viagem terrena na pálida existência que temos em termos de tempo...

A dor é um momento de aprendizado para nos modificarmos e galgarmos os degraus da regeneração espiritual. Ela pode ser admitida como um “bálsamo” que poderá nos confortar ao admitirmos que estamos resgatando débitos de outrora. Nessa ocasião se temos fé na vida eterna que o Criador nos ofertou, concluiremos que esse plantio, apesar de doloroso trará frutos promissores quando do advento de nova reencarnação.

Essa constatação serve de consolo e esperança de que em futuro próximo estaremos mais leves, mais saudáveis espiritualmente, visto que a depuração que a dor nos faz se traduz na elevação que todos nós buscamos. Vivendo em um planeta de expiações e provas devemos entender que essas agruras da vida fazem parte do contexto da nossa atual existência. Se estivermos convictos dessa realidade menos sofrimento nos trará a dor, muito pelo contrário, ela servirá de alimento para nossa alma no caminho da redenção.

Para que possamos assim entender, é preciso coragem e perseverança para a trajetória escolhida. E ainda faz-se mister sabermos que nada acontece por acaso. Se existem pedras no caminho é porque nós as colocamos de forma equivocada, cabendo-nos retirá-las no momento oportuno para liberarmos a estrada cujo horizonte será cada dia mais luminoso. Mesmo sem nos apercebermos desse processo contínuo estaremos vivenciando uma metamorfose espiritual, onde a depuração d´alma nos levará a regeneração consoladora...

A resignação é a consciência do nosso dever de casa... Quanto maior seja ela, tanto menor serão nossos sofrimentos. Se assim não procedermos os abalos emocionais que teremos serão longos e intensos. É nessa virtude que se encontra o bom senso e a sabedoria que irão fortalecer a nossa fé, que será consolidada na esperança de que estamos em uma existência exitosa. “O sofrimento quando resignado resulta na sublime elevação d´alma”

Luiz Guimarães Gomes de Sá
Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus

segunda-feira, 27 de março de 2017

Reféns do passado

 Publicado no Jornal do Commercio  em  27.03.2017
 Caminhos da Fé


“Ninguém se afasta do seu perfil por muito tempo...”. Desconheço o autor desta frase, mas entendo seja ela em parte, verdadeira. Qual a razão que levou alguém a se expressar dessa maneira? Alguma reflexão deve ter existido, já que pelo que percebemos, essa assertiva tem uma relação muito próxima de todos nós. Contudo apesar da afirmação acima, pela Lei do Progresso do Criador o processo evolutivo nos levará à redenção com um perfil sólido e irreversível voltado para a seara bem.

As marcas ainda indeléveis que temos de vidas pretéritas permeiam nossos pensamentos e consequentemente os atos do cotidiano. Pelo arcabouço que construímos durante todas as encarnações vividas, os registros de nossas ações estão cravados no perispírito. Assim aquelas atitudes do passado fustigam-nos como rastros que nos levam a praticá-las diuturnamente. O discernimento é que nos dará a possibilidade de frenar tais impulsos que irão de alguma forma perpetuar nossa caminhada, já que por serem equívocos, trarão dificuldades maiores para nos libertarmos dessas amarras que nos aprisionam.

Então qual seria o caminho ou alternativa para nos livrarmos desses momentos que insuflam nossos sentimentos negativos? Como poderemos proceder para mudarmos esse foco? Em primeiro lugar temos o tempo que é inexorável, e mais cedo ou mais tarde teremos essa libertação. Contudo poderemos minimizar essas agruras dependendo da nossa perseverança e boa escolha da caminhada pretendida.
 
Para tal, devemos valer-nos de Jesus dádiva Divina! É através Dele que o Criador repousou a esperança da nossa melhora e consequente evolução para nos tornarmos Espíritos de luz e fazermos parte da constelação maior onde poderemos servir ao Pai misericordioso.

Ele que nos deixou a santa palavra e o exemplo, constitui-se na única esperança que temos para desfrutarmos dessa libertação. Qual o tempo para atingirmos esse desiderato? Dependerá de cada um, cabendo refletir e discernir o que será melhor para chegarmos à seara do bem e conquistarmos a Luz excelsa que sempre estará reluzindo a nossa espera.
 
O livre arbítrio nos faculta essa escolha sendo a prerrogativa igual para todos nós. A Justiça Divina não distingue credo ou raça, já que temos um único Pai de amor e bondade querendo o melhor para seus filhos, mesmo ainda sendo pecadores e desvirtuados no caminho... 

Seguindo os ensinamentos que Jesus nos deixou, nada deveremos temer, mesmo porque não há outra alternativa da qual possamos nos valer. É por Ele e com Ele que travaremos essa batalha interior que favorecerá o crescimento do nosso Espírito e com essa elevação alcançaremos a felicidade que o Pai nos reservou, tornando-nos colaboradores da constante construção da sua Obra sublime e infinita!“O perdão exalta o coração e revela a grandeza d´alma.”

Luiz Guimarães Gomes de Sá
Trabalha no Centro Espírita Caminhando Para Jesus